O Da Dor
Acordara com uma imensa dor no peito. Um arrependimento forçava os caminhos do pensamento, e fazia seu curso - o do pensamento.
Percebera que havia metal em seu tronco - em todo tórax, peito e parte do abdôme. 'Caralh..., tem uma porr... de barra de metal no meu ombro!'.
Uma dor imensa se fazia presente. É tão forte que paralisava.
Restava então dois caminhos de pensamento: o primeiro é que todos os dias eu acordaria com essa imensa pressão e em consequência forte dores.
Muitos condenariam toda a vida pelo fato de ter que acordar, todos os dias, com essa dor. Até deliberariam deixar a própria.
Outros se enalteceriam, dia após dia, com tamanha dor, e dela abençoariam toda a eternidade do aqui e agora. Aquele velho novo telejornal de tv. E da prória tirariam o estimulante para viver.
Não, não haviam dois caminhos, havia - e há - um só.
Escrito por ninguém às 19h38
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